ANEMIA PERNICIOSA

 

Tenho aprofundado meus estudos em carências nutricionais, e uma que me intrigou foi a da famosa B12, sua fonte é de origem animal e sua falta é gritante no organismo,então resolvi fazer essa matéria para informar …hoje muitos são vegetarianos e de linhas que não fazem utilização de proteínas animais de espécie alguma,eu respeito totalmente acho que cada um tem seus motivos,suas crenças…e aí onde entra essa questão da B12 no organismo,é preciso uma suplementação para que tudo fique em ordem,eu sei que há fatores que  influenciam para que não haja nada com a saúde como trabalhos meditativo,vibrações e muita coisa legal, conheço bem essa busca transformadora  e curativa ,mas talvez nem todos consigam ir caminhando bem nesse caminho,dai uma suplementação pode ajudar bastante…vale a pena saber um pouco mais.

 O que é anemia perniciosa?

A anemia perniciosa, também chamada anemia macrocítica, anemia perniciosa congênita, anemia perniciosa juvenil ou anemia por deficiência de vitamina B12 é uma doença autoimune que leva a uma redução dos glóbulos vermelhos por deficiências de absorção da vitamina B12 no intestino delgado.

A deficiência de vitamina B12 é frequente entre as pessoas idosas, atingindo prevalência superior a 20%, entretanto suas manifestações clínicas iniciais são sutis

HISTÓRICO

Em 1948, o isolamento da vitamina B12 do fígado marca um grande passo no tratamento da anemia perniciosa e outros tipos de anemia macrocítica, supondo-se ser a vitamina idêntica ao “fator extrínseco”. Seu emprego por via oral é eficiente graças à presença do “fator intrínseco” existente no suco gástrico normal, indispensável para sua absorção.

A Vitamina B12 constitui fator essencial ao crescimento de diversas espécies animais, achando-se envolvida como uma substância intermediária na formação dos glóbulos sanguíneos, da bainha dos nervos e várias proteínas.

A vitamina B12 é absorvida no trato intestinal por mecanismos ativos ou de difusão passiva, dependendo do fator intrínseco, que é uma enzima mucoprotéica, presente na secreção gástrica.Consumo de remédios como ácidos acetilsalicílicos, anti-inflamatórios, reduzem a produção dessa proteção que é o fator intrínseco dificultando a absorção da B12.

A vitamina B12 é um fator importante no metabolismo dos ácidos nucléicos, essencial para o funcionamento correto de todas as células do organismo, especialmente do trato gastrointestinal, tecido nervoso e medula óssea.

Algumas outras doenças também podem aumentar o risco da anemia perniciosa, como a doença de Addison, a miastenia gravis e a diabetes tipo 1, entre outras. A anemia perniciosa congênita, em que os bebês não produzem o fator intrínseco, pode ser hereditária, por um distúrbio autossômico recessivo, mas isso é muito raro.

FONTES

A vitamina B12 esta presente nos alimentos protéicos de origem animal, especialmente nas vísceras, leite cru, ovos ,carnes. Essas características fazem com que alimentações vegetarianas radicais não ofereçam vitamina B12. Dessa maneira, os vegetarianos precisam obter a vitamina B12 de fontes não-dietéticas, sendo que muitos deles tomam regularmente injeções ou comprimidos de vitaminas B12.

A síntese da vitamina B12não é realizada por animais ou plantas, somente certos microrganismos são capazes de sintetizá-la. Os humanos  são incapazes de sintetizar esta vitamina e, portanto, completamente dependentes da dieta para sua obtenção.

ALGUMAS CAUSAS POSSÍVEIS

Defeito na absorção pelo trato gastrointestinal, causado por gastrite atrófica, enfraquecimento do revestimento interno do estômago;úlceras.

Fatores hereditários e histórico familiar para anemia perniciosa;

Doença celíaca;

Acidúria metilmalônica, uma doença hereditária que atinge o metabolismo e que provoca o acúmulo de ácidos no organismo;

Homocistinúria, um distúrbio genético que afeta os olhos, a coagulação sanguínea e até mesmo os ossos,

Cirurgia bariátrica,

Tratamento da tuberculose com base no ácido para-aminosalicílico,

Má nutrição na infância;

Pouco consumo de proteínas de origem animal.

E ainda , mulheres grávidas que não se alimentarem corretamente durante os meses de gestação podem dar à luz a filhos com anemia perniciosa congênita. Os bebês com este tipo de anemia perniciosa não produzem o fator intrínseco ou, então, não são capazes de absorver a vitamina B12 corretamente.

Há a suspeita, ainda, de que a ausência do fator intrínseco possa estar relacionada a uma doença autoimune, na qual os anticorpos que deveriam proteger nosso corpo de agentes invasores acabam por destruir células e tecidos saudáveis do organismo por engano.

RISCOS

Apesar de poder surgir em qualquer pessoa de qualquer parte do mundo, a incidência maior de anemia perniciosa ocorre no norte da Europa e em países escandinavos. Além disso, a doença costuma aparecer depois dos 30 anos de idade, mas também pode surgir antes, principalmente em crianças (anemia perniciosa juvenil). Este tipo da condição atinge as crianças antes de elas atingirem os três anos de idade.

Além disso, outras doenças também podem aumentar o risco de uma pessoa vir a desenvolver anemia perniciosa, como:

Doença de Addison-Distúrbios da tireoide, como hiperparatireoidismo- hipopituitarismo

Miastenia grave-Amenorreia-Diabetes-Disfunção nos testículos-Vitiligo.

SINTOMAS

Algumas pessoas com anemia perniciosa não apresentam sintomas, ou  os sinais são muito brandos e às vezes podem nem ser notados. E são:

Diarreia-Constipação-Fadiga-Perda de apetite-Palidez-Déficit de atenção e outros problemas de concentração-Dificuldade para respirar-Língua inchada ou avermelhada-Sangramento na gengiva.

Além disso, permanecer por longos períodos de tempo com níveis baixos de vitamina B12 pode causar danos ao sistema nervoso e ao surgimento de outros sinais e sintomas, como:

Confusão mental-Depressão-Perda de equilíbrio-Dormência e formigamento nas mãos e nos pés

COMPLICAÇÕES

A anemia perniciosa pode alterar os resultados dos exames sanguíneos da bilirrubina, do colesterol, da gastrina e da fosfatase alcalina. A mulher que tenha níveis baixos de vitamina B12 pode ter um resultado falso positivo do esfregaço de Papanicolau porque a deficiência dessa vitamina afeta a aparência das células epiteliais.

Os pacientes com anemia perniciosa têm maior tendência a apresentar pólipos e câncer gástricos.

Havendo uma ingestão exagerada dessa vitamina, ocorre a excreção por via urinária

TRATAMENTO

Você deve consultar um médico se apresentar sintomas que possam estar relacionados à deficiência de vitamina B12 no organismo. Fique atento, também, aos sintomas decorrentes de longos períodos sem as quantidades necessárias desta vitamina no corpo.Pode buscar ajuda e orientação  sobre suplementação e alimentação com Nutricionistas.

 

 

Fontes de Pesquisa

DUTRA-DE-OLIVEIRA,J.E. MARCHINI,J.S.Ciência Nutricionais.1ºed. São Paulo: SAVIER,1998.

FRANCO. Guilherme.Tabela de composição química dos alimentos. 9ºed. São Paulo: ATHENEU, 2003.

VERRASTRO.Therezinha. Hematologia e hemoterapia; fundamentos de morfologia, fisiologia, patologia e clínica. 1ºed. São Paulo: ATHENEU, 2005.

file:///C:/Users/Usuario/Downloads/1547-5584-2-PB.pdf

http://www.abc.med.br/

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/anemia-perniciosa

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O vírus zika e as transfusões de sangue

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Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) se pronuncia sobre os riscos de contaminação do vírus via transfusão de sangue

Diante de notícias veiculadas recentemente sobre a possível transmissão do vírus zika por transfusão de sangue, a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) emitiu esta nota para orientação da população, doadores e receptores de sangue e do público em geral.

As informações são do presidente da entidade, Dimas Tadeu Covas, que também é professor Titular de Hematologia e Hemoterapia/Universidade de São Paulo.

1. O vírus zika, à semelhança de outros arbovírus (Dengue, Chikungunya) é transmitido majoritariamente pela picada de mosquitos do gênero Aedes do qual o Aedes aegypti é universalmente distribuído no Brasil;

2. A transmissão transfusional do vírus zika é evento raro da mesma forma que a transmissão transfusional dos vírus dengue e chikungunya;

3. Não existem, atualmente, testes laboratoriais de diagnóstico da infecção…

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Pela primeira vez Doença de Alzheimer é revertida em paciente- SENSACIONAL!!!

A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez no Canadá e com sucesso. Uma equipe de investigadores canadenses, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, diretamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença. O estudo vem publicado na «Annals of Neurology».
Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.
Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.
Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.
Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos elétricos para o cérebro através de eléctrodos implantados.
O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo.
Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.
Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolvem 50 pessoas. 

Fonte de Pesquisa-Site Brasília em Pauta
Postagem – Simone de Moares

Falácia dos antioxidantes


Achei esse assunto bem interessante a compartilho com meus seguidores ,uma informação bem interessante

Muito tem-se falado sobre os antioxidantes e seu eventual papel no retardamento dos efeitos do envelhecimento.
Essa informação tornou-se um paradigma tão bem estabelecido no meio científico que quase a totalidade dos pesquisadores que lidam com o metabolismo incluem em seus argumentos, na forma de um pressuposto básico, que os “antioxidantes contribuem para retardar os efeitos do envelhecimento” e outros benefícios desses compostos.
Contudo, essa afirmação vem sendo questionada por estudos criteriosos já há algum tempo.
Em 2008, duas equipes foram taxativas em suas conclusões, afirmando que os antioxidantes não retardam envelhecimento e demonstrando isso de forma experimental.
Em 2011, cientistas alemães se concentraram nas chamadas espécies reativas de oxigênio, mais conhecidas como radicais livres. Como os radicais livres são oxidantes – causam oxidação – os antioxidantes contrapõem-se aos seus efeitos.
Mas o estudo mostrou que os oxidantes não estão associados com o envelhecimento, como se supunha:
Esqueça (quase) tudo que você sabe sobre oxidantes e antioxidantes
Na verdade, já se demonstrou que os hoje tão temidos radicais livres controlam a força das batidas do coração, são cruciais no controle do apetite e, ao contrário do que se apregoa, que os radicais livres podem ter um efeito antienvelhecimento.
Linha anti-antioxidantes
Agora, essa linha de pesquisas ganhou uma adesão de peso.
Ninguém menos do que James Watson, um dos ganhadores do Prêmio Nobel pela descoberta do DNA, publicou um longo artigo na revista New Scientist onde ele enumera inúmeros estudos e argumentos contra a visão simplista de que oxidantes são do mal e antioxidantes são do bem.
De fato, os oxidantes, embora essenciais para nossos processos biológicos, podem se tornar tóxicos quando se acumulam em excesso – como, de resto, a maioria das substâncias.
“Mas essa visão simplista negligencia evidências de que está em jogo um sistema mais complexo,” alega o Dr. Watson.
“Por exemplo, legumes como a couve-de-bruxelas e o brócolis, que têm sido associados com benefícios anticâncer, na verdade produzem esses benefícios através de sua capacidade de promover processos celulares pró-oxidativos, e não antioxidantes,” exemplifica ele.
Estudos recentes também mostraram que um conhecido antioxidante, a vitamina E, pode na verdade aumentar o risco de câncer de próstata.
Nessa mesma área, a falta de conhecimento dos processos biológicos como um todo, como argumenta o Dr. Watson, ficou claro quando se demonstrou que a vitamina E protege contra o câncer, mas não em suplementos.
Ou seja, o câncer, assim como os outros processos associados ao envelhecimento, claramente não responde unicamente à dupla oxidante-antioxidante.
Não sabemos o suficiente
“Eu suspeito que, uma vez que a célula entra em seu processo de divisão, ela usa a síntese de antioxidantes para proteger as cadeias individuais vulneráveis do DNA que está sendo replicado.
“Ainda que a maioria dos terapeutas de câncer suspeite há muito tempo que as células em divisão são mais vulneráveis aos agentes matadores de células, a verdade pode ser exatamente o oposto,” escreve o Dr. Watson.
Segundo ele, a única área que parece ser uma exceção – fazendo com que os antioxidantes de fato desempenhem um papel positivo como agente terapêutico – é no campo das demências.
“Talvez devêssemos testar antioxidantes apenas em indivíduos com risco de doenças neurodegenerativas. A razão para isso é dada por um certo número de estudos que mostram evidências de que a doença de Parkinson pode resultar de uma exposição não intencional a oxidantes fortes. Nós ainda não sabemos por que as pessoas com doença de Parkinson têm 30% menos cânceres sólidos de todas as formas, mas poderia ser devido a níveis de antioxidantes menores (causados geneticamente),” propõe o nobelista.
“No momento, nós claramente não temos dados suficientes para levar o mundo na direção do uso seja dos oxidantes, seja dos antioxidantes,” conclui ele.

Pesquisa no site Diário de Saúde-

Cólica Menstrual …Dicas para amenizar a dor

Durante o ciclo menstrual, as mulheres podem apresentar distúrbios que interferem em sua qualidade de vida. Um deles é a tensão pré-menstrual (TPM), ou desordem disfórica pré-menstrual, que ocorre antes da menstruação e caracteriza-se por sintomas físicos (retenção de líquidos, aumento das mamas que ficam doloridas, dor de cabeça) e sintomas psicológicos, tais como irritabilidade, agressividade, nervosismo, vontade de chorar por qualquer motivo, depressão. Embora o nome tensão pré-menstrual tenha surgido na década de 1930, esse distúrbio foi descrito por Hipócrates, séculos antes de Cristo.
O outro distúrbio é a cólica menstrual, ou dismenorreia, um problema que afeta praticamente todas as mulheres em algum momento da vida e que pode variar de intensidade. Em alguns casos, a dor e o mal-estar são suportáveis, mas noutros os sintomas são tão intensos e persistentes que impedem o exercício das atividades normais do dia a dia
E atenção…
Quase toda mulher tem, ou já teve, cólica menstrual. Em muitos casos, um simples analgésico resolve o problema. Para algumas mulheres, porém, toda menstruação é um verdadeiro martírio, que chega a prejudicar o trabalho ou os estudos. Se esse é o seu caso, atenção: a cólica forte é o principal sintoma da endometriose, doença ainda pouco conhecida que, segundo especialistas, afeta cerca 6 milhões de mulheres no Brasil e é uma das principais causas de infertilidade feminina.

A doença é caracterizada pela presença de endométrio (mucosa que reveste o útero) em local indevido, ou seja, fora da cavidade uterina. O tecido pode ir para ovário, intestino, bexiga, e até para os pulmões. Os fatores que dão origem ao problema ainda são discutidos pelos médicos. Mas sabe-se que ele é cada vez mais frequente à medida que as mulheres adiam a gravidez. “Quanto mais a mulher menstrua, mais ela fica exposta à doença”, explica o médico Eduardo Schor, chefe do setor de endometriose da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 
Em entrevista ao UOL Ciência e Saúde, Schor também conta que a dioxina, substância tóxica presente na produção de plástico e outros derivados de petróleo, também pode ter relação com o aumento da endometriose. Mas isso ainda é alvo de investigações científicas. O fundamental, segundo ele, é que médicos e mulheres conheçam a doença para que ela seja diagnosticada o quanto antes, evitando complicações como a perda do útero e ovários.

UOL Ciência e Saúde: O que é endometriose?
Eduardo Schor: Quando a mulher menstrua, é o endométrio (mucosa que reveste o interior da cavidade uterina) que descama. Em 80% das mulheres, uma parte desse endométrio volta e cai dentro da pelve. É o que chamamos de menstruação retrógrada, que não é necessariamente sinal de doença. Nas mulheres com endometriose, porém, essas células formam o que chamamos de implantes. Toda vez que a mulher menstrua, aquele pedacinho de endométrio no lugar errado “menstrua” também, e a doença progride. Esses implantes podem ir para ovário, intestino, bexiga, e até para os pulmões. Recentemente recebi o vídeo de uma menina de 14 anos que tem foco de endometriose no olho: quando ela menstrua, ela chora sangue. Mas isso é raríssimo. 

UOL Ciência e Saúde: Qual o perfil de mulher com mais chance de ter a doença?
Schor: Normalmente a doença é diagnosticada em mulheres entre 25 e 35 anos. No entretanto, sabemos que a endometriose começa mais cedo. Hoje acreditamos que começa na adolescência. Jovens que têm parentes com a doença na família também devem ficar atentas. As mulheres que começam a menstruar mais cedo também têm mais chance de ter endometriose.
UOL Ciência e Saúde: O que origina a endometriose?
Schor: Há duas linhas de pesquisa. Uma defende que a doença está no útero, ou seja, a mulher com endometriose teria uma série de alterações e, por isso, as células que caem na pelve causam problema. Outra parcela defende que a doença está ligada a questões imunológicas – o organismo não conseguiria combater essas células que voltam pela menstruação retrógrada. E há a propensão genética, também. Quem tem caso de endometriose na família tem sete vezes mais chances de ter a doença. Mas é difícil que as mulheres, hoje, tenham essa informação, porque suas mães e avós engravidavam mais cedo e, assim, não desenvolviam a doença.
1. Tome medicamentos com orientação médica 
“Os tratamentos são à base de antiespasmódicos ou com anticoncepcional, caso os sintomas da TPM sejam muito intensos”, comenta o médico Alex Botsaris.
2. Aposte na homeopatia 
“Alguns remédios como Lachesis, Sépia, Calcarea Carbônica, Caulophyllum e Chamomilla são indicados para as cólicas, mas a recomendação depende das características de cada paciente”, diz Botsaris.

3. Descanse 
“O simples ato de se deitar com a barriga para baixo, apoiada em um travesseiro, comprimindo-a, já ameniza as dores”, diz a fisioterapeuta Deborah Supino.
4. Faça exercícios físicos 
Atividades como alongamento, ioga, caminha ou andar de bicicleta ajudam. “Feitos de forma regular e moderada, liberam endorfinas e amenizam as dores”, explica Deborah Supino.
Siga esses exemplos: deite-se de costas, com joelhos dobrados, pés no chão e braços para trás. Ao mesmo tempo, levante os braços para a frente e estique as pernas para a posição sentada. Incline-se para a frente e tente alcançar os pés com os dedos das mãos. Retorne à posição normal.
Outro exercício: fique em pé, de frente para a parede, a uma distância de 30 cm. Cruze os braços na altura dos ombros. Incline a barriga até que toque a parede. Permaneça nesta posição por um minuto, mantendo os calcanhares no chão e os joelhos retos. Retorne à posição inicial.
5. Pratique pilates 
“As dores são amenizadas pelo trabalho realizado no centro de força, localizado na região abdominal. O controle respiratório também contribui para a diminuição das tensões que agravam as dores”, argumenta a professora Cristina Abrami. “As aulas nesses períodos devem ser modificadas, diminuindo a intensidade dos exercícios, principalmente os abdominais”.
6. Beba chás 
“Prefira ervas como Angélica chinesa, que tem efeito antiespasmódico, agoniada (Himatanthus lancifolius), que age também como analgésica, ou canela, que é utilizada desde a antiguidade no tratamento da cólica”, indica Alex Botsaris.
7. Passe por uma sessão de acupuntura 
O tradicional tratamento com agulhas tem efeito analgésico e regula o ciclo menstrual.
8. Use a boa e velha bolsa de água quente 
Coloque-a na região lombar e no abdômen. “O calor estimula a irrigação, relaxa a musculatura e ameniza o impacto das contrações do útero”, explica Deborah Supino.
9. Faça uma massagem 
A chinesa ou a Ayurvédica possuem pontos que, ao serem apertados, tratam a TPM e as cólicas. O mais usado é um chamado Zi Gong Xué, que fica perto das bordas do púbis.
10. Abuse dos alimentos certos 
Alimentos com cálcio (laticínios e vegetais escuros), magnésio (soja, banana, beterraba, aveia, tofu, couve e abobrinha) e gorduras poliinsaturadas (salmão, atum e castanha do Pará) podem te ajudar. “Eles são relaxantes musculares e têm poder anti-inflamatório natural”, orienta a médica ortomolecular Mariana Muniz, especialista em medicina anti-aging.
11. Fuja dos alimentos errados 
Esqueça os alimentos ricos em gorduras, pois favorecem uma maior produção de hormônios femininos. Evite ainda os embutidos e as bebidas com cafeína (café, chá preto e refrigerantes).
12. Evite situações estressantes 
“Muitas pessoas com dores ficam mais irritadas e perdem a paciência. Para estes casos, recomendo os florais de Bach, que neutralizam a agressividade”, comenta a terapeuta holística Maria Aparecida das Neves. Os mais indicados são Rescue Remedy, Holly e Cherry Plum.

Fontes de pesquisa para a Matéria.
*Drauzio Varela
*Uol
*Ig


Ressaca , aí Ressaca…ufa.

 

10 PERGUNTAS SOBRE RESSACA
Festas , alegrias comemoração e com isso vem a s bebidas, cerveja, vinho, Whisky ,sei lá mais o que…moderação? pra que?Assim as festas acabam… eu posso aguentar…
e quem sabe esse artigo pode te ajudar agora que já entornou todas!!!

Uma dose a mais… e extrapolamos nossos limites. Veja como se combate uma ressaca e como se faz para evitá-la. 
Os sintomas são inconfundíveis: a cabeça pesa como se estivesse apertada por um daqueles círculos de ferro usados em torturas medievais. Dói especialmente na nuca, nas têmporas e na testa. A luz do dia fere nossos olhos e qualquer barulho retumba dentro do cérebro. Na boca, um gosto amargo. Não queremos fazer nada, apenas fechar os olhos, quietos, deixando o tempo passar. É a ressaca – um mal-estar generalizado provocado pelo excesso de bebida alcoólica. Ela não ocorre sempre nem com todo mundo. Para algumas pessoas é infalível, basta beber alguns drinques e esperar pelo dia seguinte. Outras são atacadas pela ressaca apenas de vez em quando. E há também os que, embora bebam com freqüência, passam incólumes por essa verdadeira expiação. 

 

1. O que é ressaca?
É um tipo de crise de abstinência. Como qualquer outra bebida ou alimento, o álcool é metabolizado e distribuído pela corrente sanguínea para todas as células do corpo. A sensação de embriaguez e relaxamento ocorre quando ele chega ao cérebro. É o momento da intoxicação. O corpo faz um grande esforço para dar conta das doses excessivas. Quem mais trabalha é o fígado, que precisa produzir enzimas para absorvê-lo, transformá-lo em gordura e secretá-lo pela bile. Quando o trabalho acaba, o fígado quer mais e entra numa espécie de depressão, desorganizando todo o metabolismo. O sistema nervoso, que também foi acelerado, tem uma reação parecida. O resultado é uma queda da força muscular, dor de cabeça, enjoo  diarreia  sensibilidade à luz e um cansaço enorme. 


2. Ardência no estômago é sintoma de ressaca?
Essas dores também estão associadas ao excesso de bebida, em especial os destilados, como cachaça, uísque, conhaque e vodca. O álcool em demasia agride as paredes do estômago e do esôfago. Dependendo da gravidade essas lesões precisam ser tratadas com medicamentos. 

 

3. A ressaca de algumas bebidas é maior do que a de outras?
Quanto maior o teor alcoólico, maior a probabilidade de intoxicação e ressaca. Além disso, as bebidas destiladas tendem a entrar mais rapidamente na corrente sanguínea do que as fermentadas. Portanto, são mais perigosas. 

 

4. O mal-estar depende da quantidade de bebida?
A ressaca sempre é provocada por uma grande quantidade de álcool, mas é o corpo que determina os limites. Para quem nunca bebe, o excesso pode ser apenas uma única dose. As pessoas habituadas a beber são mais resistentes. O fígado está treinado, ou seja, produz facilmente as enzimas necessárias. Mas, quando bebem além do que o corpo considera limite, não se livram da ressaca. 

 

5. É possível evitar a ressaca?
Respeite seus limites. Aumente a tolerância fazendo o álcool entrar mais lentamente na corrente sanguínea  A melhor forma de fazer isso é comer bem, antes e enquanto estiver bebendo. 

 

6. Algumas pessoas recomendam uma colher de azeite de oliva antes de começar a beber. Isso tem fundamento?
O azeite é um alimento e, portanto, ajuda a evitar a rápida entrada do álcool no sangue. Mas tomado puro pode provocar enjoo  O melhor é usá-lo como tempero de uma salada de batatas, carboidrato que ajuda a processar a bebida. 

 

7.Tomar água ajuda a combater os sintomas desagradáveis?
Quanto mais água, melhor. Antes, durante e depois de beber. A água dilui o álcool e reduz as chances de intoxicação. Facilita o trabalho do fígado e dos rins, que eliminam mais rapidamente os resíduos tóxicos do organismo. 

 

8. Um copo de cerveja pode rebater a ressaca?
Como ela é uma síndrome de abstinência de álcool, “aquela cervejinha para rebater” e outras receitas, como o blood mary (vodca com suco de tomate) ou o gim-tônica, podem ajudar o fígado a se recompor. É como recuperar um drogado ministrando doses cada vez menores da mesma droga. A cerveja ainda tem a vantagem de estimular o funcionamento dos rins, acelerando a expulsão dos resíduos tóxicos pela urina. Mas isso depende de reações individuais. Há quem não suporte o cheiro de álcool por algum tempo. 

 

9. Fumar piora a situação?
Sim. Álcool e fumo formam uma dobradinha imbatível. Mesmo quem fuma moderadamente aumenta a quantidade de cigarros quando está bebendo. E, quanto mais nicotina, menos oxigênio no sangue. Daí o processo de intoxicação pela bebida alcoólica é mais rápido. 


10. Qual a melhor forma de superar uma ressaca?
Em primeiro lugar, não se deve exigir demais do organismo, que já está estressado. Se possível, faça só o que o corpo pede. Fique em casa, no silêncio e no escuro, descansando. E tome muito líquido: água e sucos de frutas para repor as vitaminas e os sais minerais perdidos na batalha contra o álcool. Comida, só se sentir fome. A primeira refeição deve ser leve. Purê de batata, canja de galinha ou chazinho – boldo, de preferência – caem bem.

 

Fonte de Pesquisa: http://saude.abril.com.br/especiais/fim_de_ano/conteudo_262063.shtml)

link com mais informação-
http://super.abril.com.br/ciencia/ficamos-ressaca-447154.shtml